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O designer de móveis, Fábio Melchert Galvanese, nasceu no dia 25 de novembro de 1990, na cidade de São Paulo, mas foi criado em São Sebastião, no litoral paulista, onde passou a infância entre barcos à vela e o estúdio de arte da sua mãe, que é artista plástica. 
Com apenas 26 anos, ele é formado em Engenharia de Produção na Universidade Mackenzie de São Paulo e já abriu uma empresa, a Espiga Litoral, especializada em móveis feitos à mão, com matérias- primas reutilizadas. 
Quem acompanha a trajetória dele não estranha que tenha feito tanto em tão pouco tempo. Na infância, Fábio estava sempre em movimento e foi incentivado pelo pai a concentrar essa energia no esporte à vela, onde passou a competir em busca de bons resultados. Esse aprendizado tem sido fundamental na sua carreira de designer de produtos, profissão que adotou desde que se formou na faculdade de Engenharia e decidiu abrir a sua empresa.  Ele recorda que sempre gostou de ver a mãe criar suas peças de cerâmica, mas nunca levou muito jeito para mexer no torno. Essa vivência, porém, fez querer aprender a fazer objetos da matéria-prima e transformá-los no que a imaginação e técnicas permitiam.
Após concluir a faculdade, Fábio foi trabalhar em uma dessas grandes empresas de Tecnologia da Informação, mas ele sentia falta da liberdade e da simplicidade que sentia quando morava no litoral. Então, tomou a decisão de voltar para o lugar onde cresceu e usar os conhecimentos de engenheiro de produção para trazer produtos à vida. 
Nesta época, o irmão dele voltou de um mestrado em Sustentabilidade na Suécia com a namorada e tiveram que ficar com a cama de casal em que o Fábio dormia na casa dos pais. O que era um problema se tornou uma fonte de inspiração. O Fábio desenhou um projeto de cama, foi na madeireira comprar as tábuas para produzi-la e o resultado ficou tão bacana que os seus amigos começaram a fazer encomendas. A partir daí, ele não parou mais. O seu projeto mais recente é a cadeira Tripolina, que surgiu em 1877, desenvolvida para ser utilizada em camping. Nas mãos do Fábio a cadeira passou a ser feita de forma artesanal, com matérias- primas reutilizadas.

Ele conta que está sempre atrás de uma caçamba de demolição, de um deck antigo de Ipê ou de algum amigo que tenha madeira estocada em casa. Os metais são feitos em São Paulo na Serralheria do seu tio, que produz vasos e estruturas de metal. As sobras dos materiais são destinadas às peças de conexão da madeira usada na Tripolina. Em casa, Fábio costura o tecido do encosto da cadeira na máquina, a mesma que era usada pelo pai dele para costurar a velas dos barcos da família. 

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